quinta-feira, novembro 29, 2012

O Importante

            Depois de ter escrito e publicado: Sem margem de fuga; não posso nem quero deixar de escrever e de publicar, que em suma e em conclusão o que e quem mais conta para mim é o que e quem efectiva e substancialmente mais gosta de mim e/ou do que e de quem eu mais gosto. Seja que o que eu próprio acho a meu próprio respeito tendo importância, não pode ser o que mais importa, não só porque por um lado isso é um pouco de juízo em causa própria, podendo ou até devendo levar a que eu goste de mim mesmo, aquém e além de vital e universalmente eu o merecer ou não, mas também quando não raro eu não tenha a melhor das perspectivas a meu próprio respeito, inclusive por reflexos externos em e sobre mim, na medida em que o exterior por si só ou pela minha positiva impotência perante o mesmo e/ou ainda pelo exterior reflexo de retorno para comigo mesmo, do que de mim perante e para com esse mesmo exterior, em qualquer dos casos e se acaso tanto pior quando este último me transmita uma má ou enganadora imagem de mim mesmo _ sendo que já me senti ou imaginei sendo correcto perante e para com o exterior, como também já me senti ou imaginei sendo incorrecto perante e para com esse mesmo exterior, em qualquer dos casos sem por vezes ter recebido correspondentes reflexos, e se quando esses reflexos sucederam coincidentemente com o meu pensar e sentir ao respeito, por vezes também sucederam inversamente a isso.

            Pelo que a coisa é ou pode chegar a ser algo mais complexa do que possa parecer à primeira vista, a partir de que até como meio e forma de aprender a meu próprio respeito e a respeito do próximo ou do meio envolvente (exterior), em qualquer caso não deixando eu em absoluto de levar em linha de conta a (positiva ou negativa) imagem que o exterior me transmita de mim mesmo, no entanto e acima de tudo o que para mim mais conclusiva e substancialmente conta é o que de melhor eu sinto relativamente ao exterior ou que de melhor o exterior me faz sentir relativamente a si, a mim e/ou à própria vida.

            Sendo que vitalmente eu amo uma série de pessoas, de lugares, de coisas, etc. E isso sim é o que mais importa para mim, desde logo como justificativo meio e forma para eu estar aqui e agora a escrever e/ou a publicar o presente, com mais tudo o que me trouxe ao mesmo.

            E assim sendo, não deixando: Sem margem para fuga de ter o valor que tem enquanto por mim escrito e publicado, ontem mesmo (28-11-2012), aqui neste mesmo Curiosidades (Reveladoras); no entanto ao mesmo deve ser adicionado o presente, que apesar de e/ou até por este ultimo ser muito mais sucinto, ainda assim e/ou até por isso creio que de todo com não menos valor que o anterior, se acaso até bem pelo contrario, enquanto também este respectivamente escrito e publicado por mim!

                                                                                  VB

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